Instantes são instantes ínfimos
Que passam depressaE não voltam nunca.
Bebe-me quente
E sinta o que eu sinto,
Quando a vejo e penso,
Em você e em seus segredos.
Vem sungar o calor
E veja o meu corpo reagindo ao seu.
Brasa sob brasa,
Numa fogueira insandescente,
Sem precedentes e fim.
Vivo e eterno
É o desejo que toma-me,
Como doença sem cura
Que consome a pele,
Os ossos, os sentidos, o pensamento.
Acostumei-me com você
E estou pedindo a sua mão
Com você dentro.
Mesmo que o vento sopre longe
E não há nuvens perto,
Eu sinto gotas de chuva.


Parece de um saudosismo infinito, não sei ao certo, ao mesmo tempo que torna-se sensual e envolvente, lá no fundo é latente e carente.
ResponderExcluirPode-se dizer que seria o nascimento de um amor pelo iniciar de uma paixão. Afinal, a paixão tem fim, e quando o amor começa?
Olhos, lágrimas!
ResponderExcluirLindo e saudade!
-eu quero saber da minha carta-
ResponderExcluirte amo, muito!
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