terça-feira, 17 de novembro de 2009

SEDUÇÃO


Venha beijar-me
E esqueça o depois.
Instantes são instantes ínfimos
Que passam depressa
E não voltam nunca.
Bebe-me quente
E sinta o que eu sinto,
Quando a vejo e penso,
Em você e em seus segredos.
Vem sungar o calor
E veja o meu corpo reagindo ao seu.
Brasa sob brasa,
Numa fogueira insandescente,
Sem precedentes e fim.
Vivo e eterno
É o desejo que toma-me,
Como doença sem cura
Que consome a pele,
Os ossos, os sentidos, o pensamento.
Acostumei-me com você
E estou pedindo a sua mão
Com você dentro.
Mesmo que o vento sopre longe
E não há nuvens perto,
Eu sinto gotas de chuva.

4 comentários:

  1. Parece de um saudosismo infinito, não sei ao certo, ao mesmo tempo que torna-se sensual e envolvente, lá no fundo é latente e carente.
    Pode-se dizer que seria o nascimento de um amor pelo iniciar de uma paixão. Afinal, a paixão tem fim, e quando o amor começa?

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  2. -eu quero saber da minha carta-
    te amo, muito!

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